Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 15/05/2025

Na era contemporânea, a tecnologia é utilizada como forma de entretenimento e facilitadora de recursos, alcançando todos os aspectos da vida cotidiana. Dispositivos como smartphones, computadores e tablets são amplamente utilizados como ferramentas no dia a dia. No entanto, essa integração intensa também levanta preocupações sobre a crescente dependência tecnológica, que pode gerar vícios e afetar a saúde mental dos usuários.

Nesse contexto, destaca-se o uso excessivo das redes sociais como um dos principais fatores ligados a vícios em tecnologias. No documentário “O Dilema das Redes”, lançado pela Netflix, ex-funcionários e empresários do ramo tecnológico afirmam que as redes sociais possuem demasiados riscos associados à saúde mental, física, qualidade de sono e produtividade. Desse modo, é imprescindível haver maior conscientização sobre o limite de uso das redes sociais.

Nesse cenário, cada vez mais se descobrem vícios, doenças e fobias relacionados à necessidade de recursos tecnológicos. Diante disso, pode-se afirmar que o medo irracional de ficar sem o celular, conhecido como “Nomofobia,” exemplifica como a dependência de máquinas pode se manifestar de forma patológica, afetando a saúde mental e o bem-estar das pessoas. Sob essa perspectiva, é notório que a dependência excessiva e a sua conformação como novo vício social figuram relevantes problemas na sociedade atual.

Convém, portanto, que o governo, em conjunto com instituições de tecnologia, adote leis que limitem o tempo de uso de dispositivos digitais, mediante novas regulamentações nos aplicativos, que advirtam e instruam o usuário a estar informado sobre o tempo em que esteve online. Ademais, implementar campanhas de conscientização sobre o uso saudável da tecnologia e destacar problemas como ansiedade, depressão e distúrbios por meio de posts nas redes sociais. Desse modo, será possível combater os efeitos negativos da dependência digital e mitigar a dependência em máquinas.