Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 16/05/2025
O século 20 foi marcado por uma série de transformações sociais e tecnológicas, dentre elas, destancam-se as inovações das máquinas e dos meios de informação. Entretanto, o constante contato e aprimoramento da tecnologia trouxe consequências no mínimo desastrosas para a sociedade atual, que se encontra a cada dia mais dependente desse meio para subsistência. Sendo assim, medidas devem ser tomadas para que se combata o vício em tecnologia, bem como a omissão estatal para com o tema, garantindo assim a independência social destes meios.
Diante desse cenário, dados do G1 ,site do globo news, comprovam a existência de sintomas graves como irritabilidade, depressão ou instabilidade de humor devido a limitação ou dependência da internet, exemplificando os efeitos negativos do uso contínuo e não moderado da mesma pelos usuários, que, por sua vez, podem adiquirir até mesmo nomofobia - o medo de ficar sem o celular- em estados mais graves de dependência. Torna-se urgente, que se combata o vício em tecnologia por meio da conscientização populacional, para que os mesmos não sejam prejudicados pelos problemas trazidos pelo vício em tecnologia.
Nesse contexto, a omissão estatal, prejudica a vida social e emocional dos indivíduos, uma vez que, de acordo com o tratado de Jonh Lock, é dever do Estado garantir o bem-estar social. Assim, a negligência estatal inviabiliza a garantia do acordo mensionado, hajavista que a dependência tecnológica traz consequências catastróficas para a saúde mental da sociedade, inibindo que usufruam uma vida digna por adquirirem problemas, sobretudo, emocionais devido o vício em tecnologias. Deste modo, é nescessária a intervanção estatal para garantir a concientização populacional, firmando o tratado de Lock.
É urgente, portanto, que o Estado - responsável por garantir o bem-estar social- por meio de campanhas, palestras concientizacionais, projeto de leis e eficiência executiva, traga a devida conciência populacional, garantido que o vício e a dependência tecnológica, deixem de ser uma realidade no hodierno brasileiro.