Vida Urbana no século XXI: A cidade é para todos?
Enviada em 26/05/2020
Na última década, a população mundial tornou-se predominantemente urbana. Portanto, as cidades contemporâneas possuem um grande fluxos de serviços e pessoas, porém também apresentam problemas associados a tais fatores. Perante a grande e crescente população mundial, os centro urbanos não conseguem atender, de forma ampla e satisfatoriamente, todos os cidadãos.
A taxa de urbanização no mundo só aumenta e isso resulta do êxodo rural, processo que consiste em que a população rural migre para os centros urbanos em busca de melhores condições de educação, alimentação e saúde, pois a cidade ter mais qualidade em tais termos do que o campo é um fato. No Brasil, esse fenômeno populacional foi causado pelo avanço tecnológico da indústria e crescimento da vida urbana, pois o processo de mecanização do campo deixou muitas pessoas sem emprego.
Há muitas consequências da migração do campo para a cidade. O êxodo rural é responsável por muitos problemas sociais. Eles acabam atingindo não somente para os imigrantes, mas também quem já vive na cidade. Por exemplo, como já dito antes, até as grandes cidades, as vezes, não conseguem receber muitos imigrantes, pelo fato de quanto mais pessoas, mais dinheiro os líderes da cidade têm que gastar. Já os imigrantes sofrem muitas vezes de desemprego, pela falta de profissionalização ou até devido ao crescimento populacional, não permitindo que o mercado de trabalho atendam todos os necessitantes.
Diante disso, percebe-se que as cidades mostram grandiosidade, mas expõem dificuldades para fornecer uma boa qualidade de vida para todos. Assim, é preciso que o governo invista na infraestrutura de sua cidade, fornecendo custos de transporte mais baixos. A sociedade, por sua vez, deve combater esse problema não se separando de certos cidadãos. Dessa forma, haverá mais respeito e terá-se um meio urbano mais verdadeiro para todos.