Vida Urbana no século XXI: A cidade é para todos?
Enviada em 28/06/2020
Segundo o Relatório de desenvolvimento humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNDU), o Brasil está em sétimo lugar em relação à desigualdade. Com isso, o governo criou o programa bolsa família, que tem o intuito de acabar com a pobreza e a desigualdade. Mas esse programa não foi a solução do problema, continua uma enorme desigualdade. Os maiores problemas disso são a gentrificação e uma educação precária.
Em primeiro lugar, a gentrificação é a valorização de uma cidade ou bairro e que afeta a população de baixa renda local. Com uma grande valorização dos comércios e edifícios as populações de baixa renda acaba não tendo os mesmos direitos de usufruir. Por causa disso, precisam deixar a cidade e irem morar em favelas e periferias, pois lá conseguem se manter financeiramente.
Como também, há desigualdade na educação. Os moradores de favelas ou periferias, não têm condições de bancar uma escola particular como alguns moradores das cidades. Desse modo, estudam em escolas públicas, que não têm uma ótima educação como nas escolas privadas e há uma enorme desvalorização dos professores. Então, acaba fazendo com que os alunos não tenha uma boa educação para prestar um vestibular.
Diante dos aspectos apresentados, a melhor solução para exterminar esses dilemas, seria que o governo investissem nas escolas, contratando mais profissionais e criando projetos extracurriculares para que pudessem adquirir mais conhecimentos. Dessa modo, é possível acabar com a desigualdade e criar uma igualdade educacional.