Vida Urbana no século XXI: A cidade é para todos?

Enviada em 26/06/2020

Desde a Revolução Industrial na Inglaterra, as cidades são cada vez mais movimentadas e mais acessíveis para grande parte da população. No entanto, percebemos que os centros urbanos não atendem satisfatoriamente todos os cidadãos e que a população mais pobre acaba sofrendo mais. Desse modo, essa desvalorização se dá pela não valorização de pessoas pobres e também pelo aumento de convivência nos centros urbanos.

Em primeiro plano, a população rural que passa a conviver nos centros urbanos enfrentam grande dificuldade no que diz respeito a valorização destes na sociedade. Á máxima de Bertalt Brecht que diz “Para quem tem uma boa posição social, falar de comida é coisa baixa. É compreensível, eles já comeram” cabe perfeitamente. Nesse sentido, a exclusão de pessoas carentes no meio urbano gera um constrangimento e nos leva a pensar em desigualdade social.

Ademais, as cidades passaram a ser mais habitados nos últimos anos.De acordo com o Instituto De Geografia e Estatística(IBGE), a população brasileira cresceu quase 20 vezes em 140 anos. Dessa forma, o número crescente de pessoas noa centros urbanos é a causa principal para grande exclusão na sociedade.

Portanto, é preciso que o Ministério da Cidadania atue por meio de trabalhos voluntários, tais como: aumento das vagas de trabalhos,educação e também atuando principalmente em bairros carentes, possamos distribuir a cidade para todos, a fim de termos igualmente os mesmos direitos.