Vida Urbana no século XXI: A cidade é para todos?
Enviada em 28/06/2020
A igualdade é o estopim para o progresso
A globalização é um fenômeno que surgiu em meio ao século XV, durante o período mercantilista, com a intenção de intensificar a integração econômica, social, cultural e política, marcado pelo avanço nos sistemas de transporte e de comunicação, incentivando o êxodo rural, no qual pessoas procuravam nas grandes metrópoles empregos e uma qualidade de vida melhor. Porém, é necessário que haja uma atenção específica à esses novos moradores nas metrópoles.
Todavia, nas metrópoles também ocorre um fenômeno, a gentrificação. Esse processo afeta uma região pela alteração das dinâmicas da composição do local, tal como novos pontos comerciais ou construção de novos edifícios, valorizando a região e afetando a população de baixa renda local, como a maior parte daqueles que vieram em busca de emprego, forçando-os a se mudarem para áreas de fácil acesso, como os subúrbios e favelas.
Mas, a vida nos subúrbios não é tao bem qualificada quanto a vida no centro da metrópole. Há uma grande diferença na qualidade de vida, como por exemplo, não há encanamento, não possui água potável e energia em toda a extensa da área das favelas. As casas não obtêm alicerces bem planejados. Se localizam longe de supermercados, escolas, creches, lojas e faculdades e há criminalidade em grande massa.
Contudo, a diferença na qualidade de vida e segurança é bastante visível. É dever do Estado qualificar não apenas as áreas privilegiadas mas também áreas não bem qualificadas, distantes do centro das metrópoles. Através de um projeto que poderá ser denominado Reforma Urbana, melhorando a infraestrutura, trazendo o direito de todos terem suas necessidades básicas, como encanamento, acesso a água potável e energia em toda a extensão da cidade. Arquitetando também, áreas verdes como bosques em cada bairro para o lazer dos moradores próximos. Com a intenção de haver uma qualidade de vida melhor para todos os cidadãos.