Vida Urbana no século XXI: A cidade é para todos?

Enviada em 28/06/2020

O aumento demográfico numa área urbana pode ser o começo de uma catástrofe. Pois onde há maior concentração de gente, existe maior probabilidade de desastres ambientais e possíveis problemas de desemprego, assim como está o Brasil no século XXI.

Em primeiro lugar, a Revolução Industrial, iniciada em 1760, pelos ingleses, foi o start para uma queda brusca do mercado da agricultura que deu lugar para as indústrias. Por conseguinte, muitos homens foram substituídos por grandes máquinas, então, a desocupação veio a tona. Muitos anos passaram, os autômatos ainda existem, por causa da Revolução Industrial, e são mais de 12 milhões de seres sem renda no país, afirma o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em segundo lugar, as megacidades são locais urbanos que possuem mais de 10 milhões de habitantes. Logo, em território brasílico há duas, Rio de Janeiro e São Paulo. Por isso, são responsáveis por um grande problema ambiental, como a poluição do rio Tietê, mas também o desperdício de plástico. Portanto não é por acaso que cerca de 2,2 milhões de toneladas de plástico são desperdiçados anualmente, segundo o Instituto Socioambiental do Plástico.

Em virtude dos fatos mencionados, a vida na cidade não é para todos, por que muitos não têm lugar no mercado de trabalho. Outrossim, o ministério da educação pode dar a oportunidade de recém formados estagiarem em uma empresa na qual esteja na área de interesse profissional do aluno. Destarte, o urbanizado terá maior chance de ser contratado.