Vida Urbana no século XXI: A cidade é para todos?
Enviada em 23/04/2021
O elevado índice de transtornos sociais provocados pelo processo de gentrificação das cidades no Brasil, mostra-se como um problema nocivo à sociedade, pois compromete o desenvolvimento do potencial psicossial das vítimas. Tal fato gera consequência que dificulta a moradía do povo que habitava antes da modificação. logo, seja pelo sucessivos aumento de impostos, seja pela falta de políticas públicas para as famílias afetadas pela mudança.
Decerto, observa-se que o aumento sucessivos de impostos nas cidades urbanas dificulta o sustento da população carente que habita o local. Nesse contexto, segundo Aristóteles, filósofo da Grécia antiga, a política deve agir de modo que, a partir da Justiça, a sociedade chegue ao equilíbrio. Faz-se analogia a esse pensamento, o Poder Público propor que o pagamento de impostos da população seja proporcional a renda. Por exemplo, nos impostos que são pagos nas contas de luz e nas contas de água. Assim, chegaria ao equilíbrio.
Ademais, vê-se que a ausência de políticas públicas para as famílias afetadas com a gentrificação, torna ainda mais complicado a sobrevivência dos habitantes. Nesse contexto, está previsto, no artigo 3° da Constituição Federal de 1988, a erradicação da pobreza e das desigualdades sociais. No entanto, é notório que na realidade brasileira isso não acontece de fato. Como por exemplo, o alto índice de pobreza e de desempregados no Brasil.
Portanto, alternativas são necessárias para sanar esse impasse no país. O Poder Público, deve investir em projetos, como por exemplo, na ampliação do Programa- Minha casa, Minha vida- que tem por objteivo tornar a moradía acessível nas cidades. E também, amplificar a fiscalização da regularização dos impostos pago pela sociedade, tornando-os proporcionais a sua renda. Dessa forma, em médio prazo, reduzirá essa problemática no país.