Violência de gênero nas universidades brasileiras: como enfrentar esse problema?

Enviada em 31/08/2019

Ação conta a violência

Atualmente, é comum se ouvir relatos de violência, racismo e homofobia, dentro de algumas universidades brasileiras, quando se comparado o número desses casos em relação a todos os casos registrados em cada cidade, ele é relativamente baixo, porém esses acontecimentos não devem ser ignorados, considerando que a universidade é um local onde cada estudante paga para estudar e aprender. Ocorrências desse tipo poderiam ser evitados se as instituições de ensino tivessem a segurança forte e eficiente somado a punições para tais comportamentos.

Nesse sentido, é importante ressaltar que tais situações de violência seriam possivelmente evitadas, caso as universidades tivessem seguranças espalhados pelo pátio da instituição além de câmeras, sobre vigilância constante, por consequência os agressores se sentiriam intimidados na presença de seguranças e câmeras, e assim impossibilitando os atos desses eventos.

Além disso, outra medida que pode ser tomada em relação aos casos de violência, racismo e homofobia ocorridos, é a criação de uma regra interna que impeça as pessoas que frequentam a instituição de cometerem esses atos, e na hipótese de descumprimento da regra uma punição será aplicada de acordo com grau de violência que foi realizado, como uma multa severa por exemplo.

Pode-se perceber, portanto, que é necessário que as universidades optem por fortalecer a segurança em sua instituição, além de estabelecer regras e punições para tais quadros, para que dessa forma a violência seja abolida nesses locais de estudo e aprendizado. Pois quando a violência acontece, direitos humanos estão sendo desrespeitados, como o direito a segurança pessoal e assim como dizia o político e ativista social Nelson Mandela, “negar os direitos humanos das pessoas é questionar a própria humanidade delas”. Atitudes devem ser tomadas, tendo em vista que se trata de humanos que merecem ter seus direitos garantidos.