Violência de gênero nas universidades brasileiras: como enfrentar esse problema?

Enviada em 14/09/2019

É notório,Rita Lobato,a primeira mulher a entrar na faculdade de medicina no Brasil,ainda mais,em um país machista e preconceituoso com a mulher,que pouco teve acesso a educação,já que,ainda permeia a violência de gênero nas universidades.Desse modo,a ausência de ações nas instituições em casos de abusos,como também,mulheres que estudam em áreas que “predominam o sexo masculino”.

Em primeiro lugar,a inexistência das universidades em agirem com as denúncias.Todo ano letivo,existe uma festa na universidade para receber os calouros,em que alunas grande parte das vezes são violentadas sexualmente,logo,as meninas denunciam os casos,mas não tem empenho da faculdade para punir o praticante de abuso,por exemplo,o que ocorreu na usp,10 meninas foram estrupadas no trote universitário,então,os professores criaram um projeto"não cala usp"incentivado as outras pessoas a denunciarem e levarem o caso adiante para o tribunal.

Em segundo lugar,o preconceito é latente em as mulheres estarem cursando a “área masculina”.Sempre foi presente o preconceito por cursar uma área que não tivesse um padrão,ora homem é engenharia,ora mulher é enfermeira,mas em pleno século XXI tem mudança,assim sendo,cada um pode cursar o que deseja sem ninguém tentar padronizar,por exemplo,percebe-se,mulheres cursando área da engenharia,robótica e automobilista.Dessa forma,vê-se as mulheres ganhando conquistas em diversas áreas do mundo.

Fica claro,portanto,a falta de ações nas universidades e o preconceito que tem as mulheres por cursar área considerada masculina.Instituições,ministro da educação,mídia e pais,deve agir mais efetivamente,fazendo palestras e campanhas mostrando o que as alunas sofrem,pelos canais midiáticos(tv,rádio,internet)ou em locais público,seja shopping,faculdade e praça,em que possa passar a mensagem  para a população que vem ocorrendo nas faculdade e que grande parte das vezes são escondidas e não relatadas.