Violência de gênero nas universidades brasileiras: como enfrentar esse problema?
Enviada em 18/09/2019
É notório,Rita lobato,a primeira mulher a entrar na faculdade de medicina no Brasil,ainda mais em um pais machista e preconceituoso,que pouco teve aceso á educação,já que ainda permeia a violência de todos os tipos.Desse modo,nas universidades a uma inexistência em agirem com as denúncias de violência e o medo das alunas que perpetua por conta da agressividade.
Em primeiro lugar,a falta das faculdades em agirem com as queixas.Na universidade existe uma festa para receber os calouros,em que alunas,grande parte das vezes,são violentadas sexualmente,logo,algumas meninas denunciam os casos,mas não têm empenho da faculdade para punir o praticante de abuso,no qual levam as demais a não querer denunciar,por exemplo,o que ocorreu na USP,as quais 10 meninas foram estrupadas no trote universitário e não tiveram ajuda.
Além disso a presença do constante medo por conta da violência.Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Avon em parceria com a Data popular,quase 3 milhões de estudantes brasileiras já sofreram alguma violência de gênero universidade,no qual só aumenta a insegurança de ir a faculdade ou até mesmo de estar na instituição,no entanto campanhas são feitas por diversas faculdades,por exemplo,usp e ufpe.
Fica claro,portanto,a ausência da faculdade em agir com denúncia e uma intenso medo por parte de alunas em conter violência.Universidade,ministro da educação e da justiça devem agirem mais efetivamente,fazendo palestras e campanhas didáticas,mostrando o que as alunas sofrem com as violências de todos os tipos,pelos canais midiáticos(tv,rádio e internet)ou em locais público,seja shopping,faculdade e praça,em que os cidadãos entendam as mensagens que irão ser passada,no qual vem ocorrendo nas universidades e não são relatas.