Violência de gênero nas universidades brasileiras: como enfrentar esse problema?
Enviada em 11/10/2019
É notório,o antropólogo brasileiro,Roberto Damatta,vai criticar a situação do Brasil,assim sendo presente a violência na faculdade que vem notoriamente na década de 2000.Desse modo,nas universidades há uma inexistência em agirem com as denúncias de violência e o medo das alunas de voltarem a faculdade.
Em primeiro lugar,a falta da faculdade em agir com a queixa.Visto que,nas universidades têm festas para receberem calouros,no qual,grande parte das vezes,as meninas são violentadas sexualmente,não tendo empenho nenhum da faculdade em punir o praticante,nesse modo,algumas vezes a vitima é levada apenas ao psicologo,uma da estratégia da universidade,mas teve um caso na USP que os professores unirem-se e criaram uma campanha “não cala usp”,segundo o jornal G1,com isso incentivaram outras faculdades
Em segundo lugar,o medo por parte das vitimas em voltarem a faculdade.Já que,segundo uma pesquisa realizada pelo instituto AVON em parceria com a DATA POPULAR,quase 3 milhões de estudantes brasileiros já sofreram algum tipo de violência na universidade,em que aumenta a insegurança de ir á faculdade,além de causarem dores morais e física e algo que fica marcado para sempre,assim sendo,campanha de universidades são feitas,por exemplo,usp e ufpe.
Fica claro,portanto,a ausência da faculdade em agir com denúncia e um medo por parte das vitimas em retornarem ao local do abuso.Enfim,universidade,ministro da educação e segurança devem agir mais efetivamente,fazendo palestras,campanhas didáticas,instalando câmeras,tendo psicólogos e professores preparado.Os canais midiáticos(tv,rádio e internet)devem mostrar reportagem do que as vitimas sofrem na faculdade,em um canto que deveria trazer alegria por estar tendo conhecimento,no qual a sociedade possa ver.