Violência de gênero nas universidades brasileiras: como enfrentar esse problema?
Enviada em 21/10/2019
A Constituição Federal Brasileira criminaliza a violência de gênero em todos os casos. Entretanto, universitários parecem desconhecer tal artigo, já que cometem atrocidades com os corpos femininos nas instituições de graduações, bem como são motivados por diversos fatores como: sensação de posse sobre as mulheres e negligência por parte da direção da instituição e do governo em promover segurança no local. Logo, a violência de gênero nas universidades apresenta um retrocesso ao país.
Primeiramente, cabe mencionar que universitários machistas se vêem superiores em relação às mulheres. Prova disso é o fato de os homens terem às mulheres como suas propriedades e desrespeitá - las, obrigando o sexo feminino a ter um contato íntimo com eles contra a vontade. Nesse sentido, o machismo propicia violência de gênero nas faculdades.
Além disso, a ausência de segurança nas faculdades resulta em vários casos de violentações de mulheres em locais escuros. A maioria dos estupros ocorrem em ambientes mal iluminados e longes de estudantes, pois será difícil a descoberta desses atos pelos diretores e alunos das instituições. Por conseguinte, ambientes universitários inseguros são responsáveis pelo medo das mulheres de serem violentadas.
Portanto, medidas são necessárias para solucionar o impasse. O Poder Legislativo deve criar um projeto de lei que destine R$1.000.000.000,00 para a contratação de empresas terceirizadas que promovam segurança nas universidades públicas, bem como criar órgãos que fiscalizem semanalmente as faculdades com o objetivo de analisar a não ocorrência de casos de violência. Dessa forma, já que as faculdades estarão sendo ambientes seguros e fiscalizados, não terão mais locais propícios a abusos e estupros de mulheres. Só assim, o Brasil será um país que estabelece segurança nas universidades aos cidadãos.