Violência de gênero nas universidades brasileiras: como enfrentar esse problema?

Enviada em 02/12/2019

Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos o direito à inclusão e ao bem-estar social. Contudo, a depressão impossibilita que essa parcela da população desfrute desse benefício universal na prática. Nessa concepção, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de saúde eficiente. Conquanto, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é refletido no combate à depressão, Diante disso, é inadmissível que um país com uma das maiores economias do mundo não preste à assistência devida as pessoas que sofrem com essa demanda.

Ademais, é imperativo ressaltar a precariedade do ensino público de educação como promotor do combate à depressão. Segundo Dahrendorf, sociólogo alemão, no livro “a lei e a ordem”, a anomia é a condição social onde as normas reguladoras de comportamento das pessoas perderam validade. Diante do exposto, atitudes devem ser cobradas pelos pais as instituições de ensino público, para que haja o devido acompanhamento por profissionais especializados nessa temática.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática brasileira. Dessa maneira, urge que o Governo Federal juntamente com o MEC (Ministério da Educação) devem promover atividades socioeducativas para a inclusão ao meio social e acompanhamento de psicólogos nas escolas, para que se tenham os devidos cuidados ainda no âmbito escolar, dessa forma o Brasil poderia superar o combate à depressão.