Violência de gênero nas universidades brasileiras: como enfrentar esse problema?
Enviada em 02/12/2019
No contexto social brasileiro, primordialmente nas últimas décadas, é possível perceber um aumento significativo de violência de gênero no âmbito educacional, especialmente nas universidades. Contando, ainda, com a negligência e falta de apoio de superiores nessas instituições, os casos que envolvem agressões, abusos sexuais e até estupros têm se tornado mais frequentes em um país em que a mulher ainda é vista como um objeto de prazer. Essa circunstância absolutamente prejudicial, comprova a urgência de um esforço conjunto mais arrojado do Poder Público, a fim de reduzir os índices de violência contra a mulher e, quem sabe, combatê-la.
Segundo a perspectiva de Jean Paul-Sartre: “A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.”. Seguindo a mesma linha de pensamento do filósofo, é perceptível a dificuldade de se fazer entender seu ideal, visto que há, frequentemente, um elevado crescimento de atos ilegais e violentos que envolvam o “sexo frágil” em ambientes educacionais. Sendo assim, a falta de conhecimento acerca do problema tem levado jovens, especialmente homens, a práticas que incitem o desrespeito pelo sexo oposto, favorecendo para que estas, assim como muitas outras, sejam alvos para o descontrole masculino.
Logo, é importante que as Universidades e os alunos devam entrar em parceria no combate a violência de gênero levando a criação de campanhas de conscientização, propagandas e cartazes penduradas nas paredes das faculdades, usando a mídia como instrumento de informação para as consequência com o aprimoramento das penalidades. Deve-se também haver palestras para mulheres com pessoas especializadas e que tem conhecimento no assunto, para que estas saibam como agir e não tenham medo de denunciar em qualquer caso de assédio.