Violência de gênero nas universidades brasileiras: como enfrentar esse problema?
Enviada em 05/08/2020
A questão da violência contra as mulheres nas universidades brasileiras, apesar de não ser amplamente discutida, é um problema muito expressivo atualmente. A gravidade do quadro é evidenciada pelos dados de uma pesquisa realizada pelo ‘‘IBGE’’, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que cerca de 41% das mulheres já sofreram algum tipo de agressão na faculdade. Nesse contexto, Estado e o ‘‘bullying’’ mostram-se como os principais fomentadores dessa problemática.
Primeiramente, é preciso destacar o Estado como um dos problemas dessa temática. De acordo com o sociólogo Alemão Friedrich Hegel, ’’ O Estado deve proteger seus filhos’’. Entretanto, isso não ocorre no Brasil, devido a falta de atuação das autoridades, dentro do ambiente universitário. Desse modo, mais de 600 mulheres por ano sofrem brutalidade dentro das escolas superiores, segundo dados de um estudo feito pelo ‘‘G1’’, portal de noticias.
Além disso, é válido ressaltar o bullying como impulsionador dessa entrave. Segundo o filósofo Francês Jean Paul Sartre, ’’ A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota’’. Nesse sentido, muitas mulheres desistem por terem sofrido crueldade, acabam ficando com trauma da faculdade.
Portanto, é dever do Ministério da Educação, em parceria com o Poder Legislativo, elaborar estratégia para combater qualquer tipo de violência, por meio de leis e palestras, com a finalidade de diminuir os casos de crueldade nas universidades. Dessa forma, será possível tornar as escolas superiores um ambiente mais seguro para a população feminina.