Violência financeira contra idosos

Enviada em 07/10/2021

O Estatuto do Idoso, conjunto importante de normas jurídicas, zela pela defesa e combate às praticas crimonosas aos idosos. No entanto, apesar da existência de medidas públicas que asseguras uma proteção, essa parcela da população, por serem considerados socialmente mais frágeis, sofrem com contantes violências financeiras. Diante disso, é necessário que medidas sejam tomadas com o intuito de amenizar o ocorrido, que é motivado pela falta de conhecimento dos próprios direitos e pelo descaso da população a pessoa idosa.

A princípio, é fulcral pontual, que instituições, desconhecidos e até mesmo familiares aproveitam a vulnerabilidade dos idosos para violenta-los. Segundo o filósofo, de Jean-Paul Sartre, “A violência, seja qual for uma maneira que ela se manifesta, é sempre uma derrota”. Nessa lógica, atos que envolvam o financeiro do cidadão sem o seu consentimento, sem dúvidas, é retrogrado para a sociedade, pois coloca o idoso em uma situação de dependência e abuso sem, na maioria das vezes, não terem conhecimento nem dos seus próprios direitos.

Ademais, é importante destacar que a falta de empatia da população é um dos fatores que favorecem a continuidade desse cenário. De acordo com dados da Central Judicial do Idoso, cerca de 30,9% dos idosos sofrem com a violência financeira. Diante desse fato, reflete como a sociedade habituou às práticas criminosas no cotidiano. Logo, é inadmissível a persistênsia desse quadro, tendo em vista que o abuso é uma das razões para o prosseguimento do desequilíbrio social.

Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para conter o avanço dessa problemática. Para tanto, é importante que o Ministério da Cidadania, por meio de verbas governamentais, invista em campanhas publicitárias de quais os órgãos e números devidos que os idosos possam recorrer caso presenciarem algum tipo de violência. Assim, a sociedade, de meio a longo prazo, atingirá um equilibrio social.