Violência financeira contra idosos

Enviada em 25/10/2021

Após anos de prestação de serviço, ao atingir uma certa idade mais avançada, há o recebimento do benefício da aposentadoria, que promove  remuneração para o indivíduo que já não é mais capaz de atuar em seu ofício. Assim, muitas pessoas buscam explorar a situação em que o idoso se encontra, levando à violência financeira, que pode partir de amigos e familiares. Portanto, pode-se ter o entendimento que esse problema decorre da falta de fiscalização e assistência ao idoso e a pouca empatia da população com relação a população mais velha do Brasil.

A princípio, é previsto pelo Estatuto do Idoso a vistoria de serviços que prestem atendimento à indivíduos da terceira idade, sejam eles governamentais ou privados. Ainda assim, é possível visualizar o abusivo e criminoso aproveitamento da condição dos idosos, como em bancos, onde muitas vezes o dinheiro pode ser desviado de forma que a pessoa não seja notificada. Dito isso, é necessário que o policiamento de ações fraudulentas contra idosos seja reforçada.

Além disso, a outra grande maioria de violência financeira aos aposentados parte de seus familiares ou pessoas próximas, que de forma maliciosa se aproveita de sua vulnerabilidade e proximidade social. Dessa forma, demonstrando a falta de empatia de parte da sociedade quanto à forma ética de se comportar. Visto que, além de ser um crime presente no Estatuto do Idoso, esse comportamente evidencia o péssimo tratamento e amparo que os idosos recebem.

Em suma, é necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para que esse problema seja atenuado. Sendo assim, é de responsabilidade do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos(MDH) junto ao Ministério da Justiça e Segurança, fiscalizar e prestar assistência em todo o país à instituições de atendimento ao idoso, zelando sempre para a transparência e respeito com o cliente. Além disso, o Ministério da Educação junto ao MDH deve lecionar, em escolas de todo o Brasil, sobre conduta e o tratamento  ético correto não só com o idoso, mas com toda a sociedade.