Violência financeira contra idosos
Enviada em 27/10/2021
As frequentes e inovadoras modalidades de crime financeiro acumulam-se conforme os avanços tecnológicos modificam a forma da sociedade gerir seus bens. Nesse âmbito, a parcela mais vulnerável dos cidadãos torna-se ainda mais suscetível à tais lesões; e a proteção do patrimônio dos idosos cabe aos civis em geral.
Em primeira análise, destacam-se ferramentas modernas como pix e cartões de crédito por contato, as quais ao passo que aceleram transações cotidianas, expõem a população menos acostumada com o uso de novas tecnologias à riscos como: golpes por transferência bancária programada e compras com cartões furtados.
Somado ao fator anterior, a suscetibilidade dos idosos à subtrações monetárias é agravada com a necessidade de mediadores em suas operações financeiras, devido à limitações quanto ao uso de tecnologias e de mobilidade; pois isso configura situações aproveitáveis por familiares, conhecidos, ou instituições que queiram praticar desvios de dinheiro.
Diante da análise, conclui-se imperiosa a redução do número alarmante de casos de violência patrimonial. A melhora será alcançada com a adição do componente curricular de Educação Financeira na grade curricular do Ensino Médio; essa medida, feita por parte do Ministério da Educação, capacitará os jovens para a tarefa de salvaguardar os bens de seus familiares, bem como garantirá maior segurança às gerações futuras de idosos.