Violência financeira contra idosos

Enviada em 29/10/2021

Segundo Zygmunt Bauman, filósofo e sociológo polonês “Não são as crises que mudam o mundo e sim nossa reação a elas”. Muito se tem discutido, recentemente, sobre como a sociedade atual idosa apresenta dificuldades com a qualidade de vida na coletividade. ‘‘A insatisfação é o primeiro progresso de um homem ou de uma nação" disse Oscar Wilde, historiador britânico. Diante disso, nota-se na falta de fiscalização por parte do governo e na desproteção de conhecimento que a terceira idade dispõe.

Em primeiro plano, ‘‘O conhecimento lhe dará a oportunidade de fazer a diferença" disse Claire Faign, educadora norte-americana. Nessa lógica, se analisar que há uma omissão de fatos por parte da população, percebe-se uma falha na comunicação gorvenamental, visto que à ação de proteger direitos básicos do ser humano são questionadas. Outra lacuna, seria a mídia por favorecer a ocultação do assunto, fazendo com que permaneçam ‘‘cegos’’ sobre as vítimas que são atormentadas na calada.

Em uma segunda análise, o ato de tirar proveito sobre um idoso está cada vez mais elevado, de acordo com o Centro Integrado de Atenção e Prevenção à Violência Contra a Pessoa Idosa, foram 577 denúncias em 2019 e todos os casos são de parentes que manipulam a questão financeira do idoso, executando dívidas, desvio de dinheiro e até mesmo colocando a intatilidade mental de uma pessoa em jogo. Outro problema, mesmo com a tecnologia atuando, as pessoas ainda não sente a valia.

Infere-se, portanto, que o compromisso da brutalidade financeira contra idosos na sociedade atual, ainda é um recurso desprovido na identidade nacional, por isso, são indispensáveis medidas que possam minimizar a situação. Em suma, cabe ao, Ministério da Justiça, em parceira com o Supremo Tribunal Federal, o auxílio para elaborar programas semestrais com profissionais para a verificação financeiras da terceira idade com assistência e promover campanhas publicitárias por meio da mídia digital com merchandising para assim aproximar a população no geral, deste modo, fazendo com que mude o conhecimento no futuro.