Violência financeira contra idosos
Enviada em 11/11/2021
Na série sul coreana da netflix, Round 6, em um episódio, o protagonista rouba dinheiro de sua mãe, uma idosa, para apostar em corridas de cavalo. Analogamente, assim como na série, a violência financeira contra idosos é um problema constante na realidade das sociedades modernas, inclusive no Brasil. Isso se deve pela situação de vulnerabilidade dos idosos, o que gera complicações na qualidade de vida destes. Por isso, é preciso conter o problema, urgentemente.
Sob esse prisma, é notório que a vulnerabilidade de muitos idosos abre portas para que pessoas se aproveitem dessa condição para levar vantagem financeira. Isso ocorre porque, muitas vezes as pessoas da 3° idade apresentam condições de saúde incapacilitadoras ou não possuem o conhecimento de bancos digitais e não são atentas as emissões bancárias, o que explica o motivo desse grupo sofrer com essa questão. Dessa forma, tal contexto explica a constância dos golpes aplicados em idosos, de estelionatários que se passam por agências bancárias ou servições de consumo para conseguir dados bancários e roubar recursos finaceiros. Por isso, é preciso que haja o desenvolvimento de mecanismo que protejam os idosos contra esse problema.
Por conseguinte, a violência financeira contra idoso gera diversas consequência na vida destes, tanto no âmbito monetário quanto na saúde. Isso se deve pelo fato de que muitos idosos não recebem aposentadoria e dependem do dinheiro guardado durante o período economicamente ativo, assim, ao serem roubados, estes tem seu padrão de vida reduzido, afinal, não estão aptos a trabalhar. Além disso, o prejuízo gerado por essa problemática pode afetar psicologicamente esse grupo de pessoas, que trabalharam a vida toda para conseguir recursos, que são perdidos em situações de violência monetário, potencializando transtornos como depressão. Assim, medidas protecionistas aos idosos devem ser formuladas pela central judicial do idoso.
Portanto, é notório que tal cenário carece de mudanças. Para isso, a Central Judicial do Idoso deve aumentar os mecanismos de proteção financeira contra os idosos, por meio da formulação de contas bancárias especiais para esse grupo, que exijam, em transações monetárias, a aprovação direta do indivíduo ou de uma pessoa próxima selecionada por este, a fim de evitar que famliares e amigos tenham acesso a estas decições e, assim, diminuido as chances de violência financeira. Dessa forma, tomando as medidas propostas, o contexto de violencia monetária contra pessoas da 3° idade, como na cena da série Round 6, não será mais uma realidade nas sociedades contemporâneas.