Violência financeira contra idosos

Enviada em 20/11/2021

O livro pré-modernista “Triste Fim de Policarpo Quaresma” do jornalista e escritor Lima Barreto, o major Quaresma, admirador das riquezas oriundas do pais, acreditava que, se superados alguns desafios, o Brasil atingiria o patamar de nação desenvolvida. Ao observar, contudo, o problema violência  financeira contra idosos, percebe-se que esses obstáculos ainda não foram superados. Dessa forma é importante salientar que, entre os elementos que contribuem para solidificar esse quadro, destaca-se a vulnerabilidade dos idosos e a falta de proteção

É necessário, a princípio, avaliar como a fragilidade dos idosos contribui para fomentar essa problemática. Nessa conjuntura, de acordo com Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos e Terceiro Setor (CDH) é violência financeira contra a pessoa idosa qualquer apropriação de terceiros que visa usufruir de bens materiais e dinheiro. Esse raciocínio pode ser evidenciado nas relações atuais, uma vez que mais de um quarto da população idosa é alvo dessa problemática. Dessa forma os idosos vivem uma vida reprimida, por medo ou negligência familiar

Ademais, é lícito postular a falta de proteção como impulsionador dessa violência. Nessa perspectiva como já dizia o Ciêntista Albert Einstein, que o mundo não será destruídos pelos que fazem o mal, mas pelas pessoas que veem e não fazem nada. Entretanto as pessoas que fazem o mal aos idosos devem ser reprimidas. Isso porque se houver uma punição efetiva aos agressores a taxa de violência será menor. Desse modo os vulneráveis terão proteção.

Verifica-se, portanto, a importância de medidas para atenuar essa problemática. Para isso, cabe ao Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos e Terceiro Setor (CDH) fazer campanhas para que o Brasil tenha a entendimento dessa realidade, por meio das redes sociais e canais de televisão e grandes influenciadores digitais, a fim de que com a informação os familiares tenham consciência que os idosos são protegidos pelo governo. Outrossim que surjam ongs dispostas a ajudar a terceira idade, por meio de apoio jurídico e psicológico. À vista disso, como acreditava o major Quaresma, a nação torna-se desenvolvida.