Violência financeira contra idosos

Enviada em 05/01/2022

A Constituição Federal de 1988 garante, como dever do Estado, a criminalização da intolerância e da agressão contra as minorias sociais do país. No entanto, essa jurisprudência é contestada, uma vez que há a problematização envolta da violência financeira contra idosos. Inquestionavelmente, essa falha ocorre devido à falta de palestras de ensino, em escolas e faculdades, voltadas para o amparo de vetustos vulneráveis a situações de hostilidades e à insuficiência de regulamentação de leis que visam proteger a conjuntura monetária dos provectos.

A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover debates, em instituições de ensino, sobre a violência financeira contra idosos no Brasil. Indubitavelmente, modalidades de ensino focadas no reconhecimento e no suporte de vetustos sujeitos a situações de coação física, emocional e monetária são necessárias, mas a falta de incentivo governamental a essas discussões acarreta a minimização dessa problemática. Por conseguinte a inépcia da população, os índices de agressão contra provectos na nação continuarão a aumentar, situação essa que, conforme a Revista de Divulgação Cientifica Sena Aires, resultou em 119.440 registros de denúncias de opressão financial contra os cidadãos com idade igual ou superior a sessenta anos.

Ademais, é de conhecimento público que a falta de regulamentação de leis é um dos empecilhos no combate a violência financeira contra idosos. Sob o mesmo ponto de vista, segundo o veículo de informações UOL, as leis existentes, com o Art. 5 da Constituição Federal, que garante a proteção das redes financeiras e das minorias brasileira, são uma referência, mas somente com os decretos regulamentares são especificados os detalhes de como uma norma irá agir. Visto isso, é evidente que sem a estandardização, os idosos seguirão como vítimas de agressão monetária, circunstância essa que, conforme o G1, acarreta na perda de autonomia e no desenvolvimento de casos de depressão e ansiedade em provectos.

Em suma, com a falta de palestras de ensino e a insuficiência de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Cidadania -que atua em prol da defesa dos direitos da pessoa idosa- organize palestras mensais, inseridas em meios de comunicação on-line, que permitirão o diálogo entre os participantes para politizar a população sobre a violência financeira contra os idosos. Ademais, promover assembleias públicas para instruir as massas sobre a importância da independência monetária dos provectos, o que resultará em uma nação informada, com o efeito de criar cidadãos mais conscientes.