Violência financeira contra idosos
Enviada em 18/03/2022
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito à segurança inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a Violência financeira contra idosos ,dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o problema das Pessoas Idosas pode ser considerada como qualquer prática que visa à apropriação ilícita do patrimônio de uma pessoa idosa e pode ser realizada por familiares, profissionais e instituições…., Nesse sentido, Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como passou no G1 que uma filha de 36 anos roubava a aposentadoria do pai , o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar Esse tipo de crime pode ocorrer quando o idoso por necessitar ajuda, confia em pessoa que deveria lhe auxiliar - alguém próximo, um familiar, funcionário de banco ou outra instituição - essa pessoa se aproveita da facilidade de acesso para se apropriar ou desviar os bens ou rendimentos do idoso. como impulsionador do problema acontece dentro de casa, parente, família no Brasil. Diante de tal exposto, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo, polícia, por intermédio desse modo pode evitar de acontecer isso com palestra, seminário, publicação na internet, a fim de nos mostrar que isso é errado. Assim, se consolidará uma sociedade mais unida, objetiva e positiva, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke