Violência financeira contra idosos

Enviada em 25/04/2022

No desenho animado “Tio Patinhas” o protagonista é um pato idoso cujo a fortuna esta estimada em milhões e ele esta constantemente sendo enganado na tentiva de roubarem sua herança. Infelizmente, este desenho não distorce da realidade pois senhores de idade por terem mais anos de vida têem uma quantidade maior de bens e estão sendo sempre alvo de proveito. Neste prima, destacam dois importantes aspectos: A forma silenciosa em que muitos idosos estão sendo roubados e a normalização que este ato esta tendo.

Diante deste cenário, é explícito a vulnerabilidade que os idos estão expostos e ligado a facilidade que aproveitadores tem contra suas posses. Segundo a Scielo, a violência financeira contra idosos é cometida principalmente por desconhecidos a cerca de 85% e 6% por familiares, sendos várias as formas de extorsão de dinheiro. Tal ato, é feito covardemente para bem comum e exploração de vulnerável, já que nem todos os mais velhos tem consciência dos riscos ou sabem identificar uma violação de seus bens. Por consequência, são facilmente enganados sendo alvo principal de vários criminosos.

Paralelamente, no mundo globalizado a “normalização” da criminalidade é um fator primordial para o avanço da violência financeira contra idosos.Um exemplo disso é que, na música “Cabeça branca” no trecho “o dono da lancha é o cabeça branca” se refere a um senhor rico que custeia luxo para pessoas próximas, e também “junto com as amigas o coroa nunca aparece” traz a idéia de estarem apenas usando o idoso. De fato, a música carrega explicitamente o aproveitamento para com uma pessoa mais velha e vulnerável.

Portanto, é necessário a intervenção pública para a administração correta dos bens do idoso para que não haja mais fraudes. Visto isso, é dever do Banco Central a supervisão do sistema financeiro e analisar quaisquer desregularidade na conta pessoas mais velhas, também é dever do Ministério da economia burlar uma lei para que obrigatoriamente idosos com mais de 60 anos e lúcidos tenham um responsável financeiro de sua confiança. Para que assim, a história de Tio Patinhas não ocorra com tanta frequência na vida real e “espertinhos” não tirem proveito da vulnerabilidade de idosos.