Violência financeira contra idosos

Enviada em 01/05/2022

O Estatuto do Idoso,Lei 10.741/2003 prevê como crime a conduta de receber ou desviar bens, dinheiro ou benefício de idosos. Diante da conclusão do filme “Eu me importo”, é notável a preocupação a desvalorização e falta de respeito a pessoa idosa que acompanha a violência financeira contra idosos. Neste sentido em virtude do preconceito pela fragilidade física e prática da violência finenceira entre familiares, surge em complexo preblema na conteporaniedade.

Em primeiro plano, cabe ressaltar o preconceito pela fragilidadde física. Segundo o filme “Up! Altas Aventuras” conta a história de Carl, senhor de 78 anos que está prestes a perder a sua casa para uma empresa que quer construir um edificio no local, utilizando a fragilidadde do idoso para retirar a casa e fazer a empresa. Sob essa lógica, há falta de garatia dos direitos humanos do ancião como consequência à falta de efetivação das garantias legais e existência de estereótipos da velhice presentes na sociedade. Por conseguinte, o quadro apresentado precisa ser alterado.

Ademais, é importante salientar a prática de violência financeira entre familiares. De acordo com o “contrato social” de Jon Locke, a qual o estado não cumpre seu dever de garantir que os cidadãos desfrutem de seus direitos, nesse caso de igualdade. Sob esse viés, tem-se como consequência o fato de que os familiares acreditam por a pessoa já ter uma certa idade, ela não pode mais tomar suas própias decisões sobre sua questão financeira, com isso, acabam tomando posse de algo que não lhes pertence. Assim sendo, são de suma importância medidas que interfiram nesse cenário.

Portanto, uma intervenção faz se necessária. Para isso é preciso maior rigor quanto ao cumprimento de Estatuto do Idoso, com fiscalização mais acentuada e intervenção do Ministério Público a fim de garantir o direito do idoso. A partir dessas ações poderá se consolidar um Brasil menos preconceituoso e com menos violência financeira familiar.