Violência financeira contra idosos

Enviada em 04/07/2022

No convívio social global, a população idosa vive de maneira tranquila recebendo o aposento todos os meses depois de ter trabalho por muito tempo para conquistar uma vida digna. Entretanto, nos tempos atuais, diversos idosos que foram manipulados por parentes ou funcionários de lojas estão com dívidas enormes em bancos ou empresas, em virtude de empréstimos abusivos. Esse cenário adverso requer uma ampla atuação do poder público e de instituições formadoras de opinião para ajudar a evitar essa violência financeira.

Convém ressaltar, a princípio, que a Constituição federal de 1988, artigo 230, declara que a população idosa tem o direito à uma vida digna. No entanto, os idosos perdem uma parte da sua renda e não conseguem ter o dinheiro para as suas necessidades básicas, por exemplo, comprar remédios e alimentos, porque eles são enganados por pessoas aproveitadoras para assinar contratos complexos . Assim, torna-se evidente que os Estado não tem se mobilizado o suficiente para proteger os sexagenários desses golpes financeiros.

Ademais, salienta-se a carência de informação da população da melhor idade acerca das suas finanças como mais uma razão dessa problemática. Conforme Platão, “Aprender é mudar posturas’’. Diante disso, os indivíduos mais vuneráveis não conhecem a forma correta de administrar a sua renda e, por consequência, a taxa de violência financeira para os idosos aumenta gradativamente. Logo, faltam medidas efetivas de autoridades competentes para divulgar o conhecimento essecial para que esses crimes parem de ser frequentes.

Então, urge a necessidade de serem tomadas medidas para resolver essa questão problemática. Portanto, torna-se necessário que os países intensifiquem investimentos na área financeira, por meio de um replanejamento de reformas orçamentárias que possibilite a criação de assistências financeiras, a fim de ajudar os idosos a administrar melhor as suas rendas. Outrossim, cabe os asilos realizarem campanhas, por intermédio de redes sociais e televisivas, como Instagram, Facebook e Twitter, que ensinem educação financeira para os sexagenários, com a finalidade de diminuir a violência financeira.