Violência financeira contra idosos
Enviada em 18/07/2022
O filme “Eu me importo” retrata a história de uma guardiã legal que possui uma vida luxuosa por conta da posse ilegal do dinheiro de clientes com mais idade. Paralelamente ao filme, o uso da vulnerabilidade de idosos para abusar financeiramente de seus bens é considerado crime. Nesse cenário, a violência financeira contra idosos é um problema recorrente que deve ser combatido em prol da segurança legal das vítimas.
A priori, o crime de apropriação ilegal de bens pode ser cometido por familiares ou insituições. Segundo dados da “Central judicial do idoso”, o abuso financeiro está entre as violências mais cometidas contra pessoas de mais idade, ocupando cerca de 30% dos crimes. Ademais, a vulnerabilidade de algumas vítimas, como classe social e analfabetização, contribui para que a violência ocorra com mais frequência, haja vista que são facilmente coagidos a assinar contratos sem consentimento.
Outrossim, o artigo 1º da Declaração dos Direitos Humanos afirma que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. Nesse sentido, os autores das agressões fiananceiras contra idosos devem ser punidos, a fim de assegurar os direitos e a segurança das vítimas. Assim, espera-se que os casos diminuam com a punição dos criminosos.
Portanto, para que a violência financeira contra idosos seja atenuada, é mister que órgãos, como a Associação Brasilera de Apoio aos Aposentados, promova projetos que visem a proteção financeira dos idosos de forma gratuita, a fim de atingir todas as classes sociais. Além disso, podem aplicar o projeto revisando contratos e sanando as dúvidas dos idosos que buscam auxílio. Dessa forma, a fim de minimizar episódios de agressão financeira, casos como o do filme “Eu me importo”, serão menos recorrentes.