Violência financeira contra idosos

Enviada em 21/10/2022

O crescente envelhecimento populacional em diversas partes do mundo permite que os preconceitos e problemas relacionados aos idosos aumente proporcionalmente à ele. Nesse contexto, infelizmente, na atualidade, a violência contra os anciões, pricipalmente o abuso financeiro, possui a capacidade de afetar todos os aspectos da vida dos provectos. Dessa maneira, a recorrência com que se ocorre tais golpes, indica a negligência social com os idosos. Em síntese, urge-se que medidas sejam tomadas.

A partir dessa conjuntura, denota-se que o despotismo financeiro para com os mais velhos tem por consequência inúmeras adversidades psicológicas às vítimas. Sob esse prisma, a depressão e ansiedade que podem ser densecadeadas se adicionam com a brusca perda da qualidade de vida. Portanto, os idosos necessitam de condições dignas, pois além de ser um direito fundamental, há as doenças naturais ao envelhecimento. Contudo, a Ouvidora da Secretaria de Direitos Humanos afirma que a violência econômica é a terceira mais executada conta os provectos. Por isso, é importante conscientizar todos os indivíduos desde a adolescência sobre o tema, para que possam compreender as ilegalidades que são toleradas pelos idosos e sejam incentivados a mudá-las.

Ademais, ressalta-se o descuido da população com seus precessores, que são negligênciados e exluídos das interações interpessoais atualmente. Dessa forma, de acordo com os boletins de ocorrência entre 2016 e 2017, 85% dos casos de violência financeira são causadas por desconhecidos. Diante desse cenário, destaca-se que o dever da população, em especial a família do idoso, é de auxiliá-lo, principalmente àqueles que sofrem com as perdas biopsicossociais, que são mais vulneráveis e suscetíveis à crimes financeiros. Porém, a frente de circunstânciais onde o provecto esteja sozinho, é papel da assistência social de sua região monitorá-lo e o ajudar em toda situação.

Portanto, infere-se que a violência financeira contra o idoso pode ser evitada com a participação familiar e o debate sobre o assunto. Além disso, faz-se mister que o Ministério dos Direitos Humanos fiscalize o cumprimento das leis em auxílio aos mais velhos. Logo, ter-se-rá um feito mais pelos idosos.