Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 13/05/2018

Referente a temática, é válido salientar que a violência, não é algo da atualidade, já vem desde a Revolução Industrial. Hoje, apesar do ECA(Estatuto da Criança e do Adolescente) garantir leis que os protegem, as agressões sexuais, físicas e emocionais ainda ocorre devido o défice nas fiscalizações. Contudo, vários problemas surgem, como risco á saúde corporal e psicológica.

Em primeira instâncias, quando se referimos a exposição de traumas não é tirar uma nota baixa na escola por exemplo, mas sim de ameaças tão graves e penetrantes que literalmente infiltram-se em nosso corpo e mudam nossa fisiologia, e muitas vezes podem levar á morte. Um caso real bastante repercussivo no mundo foi o da pequena Isabela Nardoni, a qual, possuindo apenas cinco anos, faleceu após sofrer agressão e ser jogada pela janela de um edifício.

No entanto, a efetivação do combate á violência infantil é muito impossibilitada em razão já que a escassez de denúncias para que essas ações sejam punidas. Nesse contexto, segundo o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele; logo, se a criança cresce em ambientes que se ver atos de violência obviamente ele irá praticas no futuro, o que provoca esses atos na sociedade.

É evidente que medidas são, necessárias para resolver o impasse. Para isso, cabe ao Estatuto da Criança e do Adolescente em parceria com  mídia criar companhas para a realização de denúncias a fim de que esses crimes sejam punidos e amenizados. Com também, as prefeituras disponibilizar acompanhamento psicólogo gratuito nos postos de saúde  para vítimas de agressões, visando a redução dos traumas.  Desse modo, a integridade e os direitos infantis serão mais respeitados.