Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 13/05/2018
Isabella tinha apenas 5 anos quando foi jogada , por sua mãe , do sexto andar do prédio em que morava . Araceli , por sua vez , com apenas 8 anos de idade foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família .Esses são alguns dos muitos casos que chocam a população e trazem á tona a cruel realidade de muitos menores no Brasil . Dessa forma, está ilustrado como crianças e adolescentes brasileiros ainda tem os seus direitos violados.
Notadamente , a exposição a castigos físicos em qualquer circunstância é inaceitável , visto que resulta em graves traumas aos mais jovens e, em situações extremas, pode levar à morte. Mas também vale ressaltar as consequências psicológicas, de modo que crianças violentadas e abusadas tendem a apresentar uma maior tendência à depressão e criminalidade, o que gera uma cadeia de dificuldades sociais.
Nessa atmosfera , As questões de como garantir o direito do menor vêm junto a um pensamento histórico que existe no senso comum das famílias brasileiras. Tal pensamento consiste na ideia de que as crianças são “posse” da família, sendo subordinadas a acatar e se submeter a qualquer decisão que os familiares lhe competem .
Com a intenção de criar programas com efetivas estratégias de prevenção , cabe ao governo programar uma rede de serviços voltada apenas para isso . Os órgãos responsáveis precisam definir especificamente onde estão as principais falhas na manutenção da apuração dos processos e, assim, conserta-las. Incentivar a população a denunciar, por meio de campanhas publicitárias e divulgação mais enfática do cenário atual, também é uma forma de prevenção. Nesse cenário, adere-se também a possibilidade de proporcionar ao próprio jovem uma circunstância favorável para ele falar sobre o assunto, criando programas de debate sobre o tema nas escolas, com o apoio psicológico e professores preparados para avistar qualquer tipo de indício de maus tratos.