Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 13/05/2018

Segundo Paulo Freire amar é um ato de coragem. Nesse sentido, a família deveria ser o ponto seguro do menor de idade, porém, muitas crianças e adolescentes são negligenciados ou sofrem com algum tipo de abuso dentro da própria casa. Trazendo assim, sérios problemas psicológicos e emocionais  para esses futuro adultos.

Em primeiro lugar, a violência infantil pode gerar consequências crônicas.   Segundo Jonh Locke, na sua teoria sobre Tábula Rasa: o ser humano é como uma tela em branco que é preenchida por experiências e influencias. Nesse Contexto, quando uma criança é exporta a maus tratos, sendo assim, violado todos os seus direitos , ela acaba crescendo com péssimas experiências adquirindo sérios problemas psicológicos. Dessa forma, o menor pode gerar doenças como depressão levando até ao suicídio.

Segundo

Segundo Paul Sarthe, a violência, seja qual for a maneira como ela ela se manisfesta, é sempre uma derrota. Dessa forma, o Estatuto da Criança e do adolescente foi criado para garantir os direitos dos menores e também para proteger contra a qualquer tipo de descriminação dentro e fora de casa. Entretanto, precisa-se de outras medidas em prol desse objetivo de uma forma mais específica.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Para diminuir as consequências da violência infantil, o MEC, em parceria com o Conselho de Tutelar , poderiam criar uma campanha nas escolas públicas, principalmente, nas cidades onde o número de violência seja elevado, trazendo psicológicos, livros e música para criança e adolescentes que já sofreram ou sofrem com a violência, levando carinho e amor para esses jovens. Assim, o problema seria minimizado.