Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 13/05/2018

Antes de mais nada, é importante evidenciar o quão desumano é o ato de maltratar e violentar uma pobre criança indefesa. Atualmente, muito tem sido os casos de denúncia contra violência infantil. A violência, por sua vez, se torna algo totalmente repudiável não só pelo próprio ato de agredir, mas também pelos traumas deixados na vítima. Por mais que muitos casos sejam denunciados ainda há uma grande parte deles que permanecem e silêncio. Por isso, o Brasil encontra-se em grande dificuldade para garantir os direitos das crianças e dos adolescentes.

Primeiramente, deve-se  levar em consideração a importância dessa fase pela qual a criança passa que é a de infância. As situações vividas nesse período podem gerar tanto um bom desenvolvimento para a criança como também podem resultar em traumas problemáticos. A convivência participativa dos pais, segundo o neurologista Sigmund Freud, é de suma importância. Se essa participação for tóxica ou até mesmo inexistente o indivíduo, futuramente, pode apresentar problemas de relacionamento. Dessa forma, não deve-se aceitar nenhum tipo de violência, tendo em vista  as consequências.

Em segundo plano, a falta denuncia de casos de violência infantil acoberta essa triste realidade. Por mais que o número de violentados tenha aumentado, sabe-se que esses valores não são absolutos. Desse modo, a busca por evidenciar a necessidade de um projeto de intervenção que garante os direitos da criança se torne um grande desafio.

Por fim, para que o país consiga superar as dificuldades ao que se refere ao combate a violência infantil são necessárias medidas imediatas contra esse ato desumano. A União em conjunto a veículos de comunicação televisivos. Esse conjunto deve ter o intuito de criar campanhas que incentivem a denúncia imediata de casos de violência infantil por meio de ligações anonimas. Por consequente, essas campanhas a médio e longo prazo irão reduzir a violência eminente e penalizar os infratores.