Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 14/05/2018
As agressões contra menores tem um de seus inícios na Grécia antiga em Esparta na qual crianças eram retiradas de seus pais aos 7 anos para serem submetidas há treinamentos rígidos e violentos para tornarem-se militares. Nos últimos tempos no Brasil, é visível ataques físicos contra crianças e adolescentes por parte de seus responsáveis com o intuito de educar e pela utilização de drogas licitas e ilícitas que passam a influenciar o lado agressivo do consumidor.Assim, a o aumento no número de doenças psicológicas em jovens devido aos traumas ocasionados pelos abusos durante a infância e na adolescência fazendo com que esses possam se desenvolver como futuros ofensores,dessa forma, haverá a criação de um ciclo contínuo na sociedade,em vista disso, será necessário um maior investimento em punição e diálogo.
Indubitavelmente, é nítido o envelhecimento precoce da população brasileira,haja vista, os abusos sexuais, físicos e psicológicos ocasionados pelo grupo civil a pessoas de menor idade. Segundo dados oferecidos pela Fundação das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em média são constatados 129 casos de violência a cada vinte e quatro horas,dessa forma, é constate que as agressões passem a interferir no crescimento tanto físico como mental da vítima e passe a proporcionar transtornos como alimentares e psicológico ,da mesma forma, no meio escolar á redução da aprendizagem e o aumento isolamento por medo de novos abusos.Desse modo, a o aumento no número de jovens com depressão em virtude ao exílio junto com o crescimento na taxa de auto suicídios. Além disso, a violência infantil passa a ir contra Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que impõe a proteção dessas contudo reduzindo a expectativa de vida no Brasil.
Em conformidade com o grande filósofo alemão, Willian James, “o ser humano pode modificar sua vida transformando sua atitude mental”. Eventualmente, muitos problemas impedem a resolução da agressão infantil e adolescente na sociedade brasileira. Em virtude da pouca aplicação de verbas por parte dos representantes políticos em leis que assegurem os direitos dos jovens junto a pouca conscientização dos responsáveis que a violência possa causar desde transtornos a morte propicia um ciclo virtuoso de agressividade.
Nesse sentido é condição fundamental que o Ministério da Educação passe a investir em leis tomando base o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que passe a proteger crianças e adolescentes contra a violência e reduza o número de mortes por suicídio no país,desse modo, haverá o aumento na expectativa de vida no país, dessarte, escolas teriam de possibilitar palestras ministradas por psicólogos para modificar o pensamento violento de país e alunos