Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 14/05/2018
A violência infantil tornou-se um problema de saúde pública, onde é vivenciada entre todas classes sociais, culturas e religião. Essa triste realidade torna-se mais infeliz ao saber que a grande maioria dos agressores são os pais da vítima indefesa, levando-o a problemas durante seu desenvolvimento. Nota-se que os direitos das crianças e adolescentes, que é comandado pela Defensoria pública, não está sendo devidamente respeitado pelos responsáveis dos jovens, que acabam crescendo sem esperanças de alguma solução para esse mal.
Um triste caso de violência infantil que ocorreu no Brasil em 2008 e é lembrado até hoje, foi da criança Isabella Nardoni, que foi vítima de agressões e negligência do pai e madrasta que infelizmente resultou na morte da menor. Este caso é apenas um entre milhares que acontecem todos os anos em diversos países. Isso evidência que os órgãos públicos, por exemplo o Estatuto da criança e adolescente, não estão tomando devidas providências contra esses fatos.
Há vários tipos de violência infantil, porém as agressões psicológicas são as que mais destroem a inocência e afeta o desenvolvimento das crianças, como pode comprovar segundo a frase do filósofo Rousseau, que diz ’’ O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe’’, mostrando que a violência contra crianças e adolescentes afeta o comportamento no futuro diante a sociedade, deixando as vítimas cada vez mais suscetíveis a problemas, como o vício, e deixando traumas permanentes que irão prejudica-las posteriormente.
Portanto, para que esse mal seja menos noticiado, as pessoas que notarem ou presenciarem casos de violência infantil devem denunciar à Defensoria ou qualquer outro órgão publico, que possa auxiliar ou solucionar esse problema, para que o agressor seja devidamente julgado perante a lei. Além disso, o Estatuto da criança e adolescente deve estabelecer e executar corretamente novas leis que contribuam para o direito dos jovens, sem proporcionar medo para futuras gerações.