Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 14/08/2018
Na Grécia antiga, era comum crianças sofrerem agressões dos mais velhos. Nesse sentido, quando se observa a violência infantil, no Brasil, hodiernamente, verifica-se que essa realidade grega é constatada no país e a problemática sempre se sobressai na sociedade, seja pelas autoridades, seja pelos responsáveis delas.
Em primeiro lugar, é indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, as autoridades rompem essa harmonia, haja vista que de acordo com a ‘‘UNICEF’’, a cada 7 minutos uma criança é violentada.
Outrossim, destaca-se os responsáveis delas como impulsionadores do problema. Consoante o contemporâneo do movimento feminista Jean-Paul Sartre, a violência, seja qual for a maneira como ela se manifestar, é sempre uma derrota. No entanto, alguns pais acabam violentando seus filhos, muitas vezes por motivos furteis, quais uma simples conversa resolveria, o que é ruim, pois muitas crescem traumatizadas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver a problemática. Destarte, a polícia civil deve fiscalizar pessoas que violentem crianças, por meio de câmeras espalhadas pelas cidades, com o intuito de diminuir estes casos. Ademais, é preciso que o Ministério da Educação conscientize os menores, sobre a importância de falarem as agressividades quais sofrem em casa, através de psicólogos e pedagogos que conversem com eles a respeito da violência infantil, com o propósito de que eles não tenham mais medo de falar. Assim sendo, o Brasil seria um país com menos casos sobre violência infantil.