Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 08/11/2022

O sociólogo Durhkeim postulou o termo “anomia social” para se referir ao estado de caos na sociedade o qual se aplica à questão da violência infantil. Nesse sentido, cabe salientar que os atos de agressão não são apenas físicos e com isso afeta a vida dos menores como um todo, o que reverbera de maneira negativa na vida dos indivíduos. Além disso, outro fator indispensável para salvaguardar esse grupo é o acesso a informação para que se possa denunciar possíveis maus tratos sofridos. Por isso, é de suma relevância que haja alteração nessa realidade.

Nesse contexto de fragilidade infantil, a UNESCO afirma que toda criança tem direito a uma infância segura. Entretanto, não é o que ocorre, já que, por vezes, crianças e adolescentes são negligenciados por sua família, como relatado na obra da Rádio Nacional da Amazônia: Combate à violência contra crianças e adolescentes. Em tal série é exibido o caso real do menino Allan, que por conta da indiferença dos pais com sua alimentação, higiene e omissão com os estudos causou na criança problemas de autoestima, que prejudicaram sua vida escolar e trouxeram traumas para as demais áreas. Com isso, é notório que a violência infantil vai além da agressão física, sendo o abandono, também, uma forma dessa hostilidade acontecer. Desse modo, é importante reverter essa conjuntura.