Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 04/07/2020
Segundo o advogado Mahatma Gandhi, “violência parece fazer o bem, mas o bem só é temporário; o mal feito que é permanente”. No entanto, pais acham como melhor forma de educar seus filhos o uso da agressão física e verbal, porém é crime e causa danos severos nas crianças. Isso mostra que medidas devem ser tomadas para proteger os menores de tal problemática.
Em primeiro lugar, é importante destacar as consequências de uma infância rodeada de brutalidade, que não é só a motivação para no futuro também se tornarem violentos como também os transtornos psicológicos (depressão, ansiedade e medo constante). Dessa forma, afirmou a pediatra Nadine Burke Harris desses problemas gravíssimos a uma criança e da possibilidade de tratamento, o que proporcionaria aos pequenos uma vida saudável e segura. Esses aspectos evidenciam a necessidade de pais terem um olhar crítico sobre o seu comportamento diante de seus filhos.
Além disso, essa situação se deve à violência presente na sociedade mas, principalmente, aos pais que possuem brigas constantes em casa, possuem problemas com alcoolismo ou dependência química e ao chegarem em casa usam da agressão ou a cultura enraizada na sociedade de achar que é “batendo que se educa”. Assim, conforme denúncias recebidas pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, 58,9% são referentes a algum tipo de violência contra crianças e adolescentes. Mostra-se, assim, que há necessidade de concretizar os direitos de segurança dos jovens.
Torna-se evidente, portanto, que o uso da força e xingamentos causam problemas na qualidade de vida infanto-juvenil. Assim, cabe ao Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente, mediante investimento do Governo, deve por meio de projetos com palestras desenvolvidos em todas as redes de ensino, ensinar nas escolas como os jovens podem se proteger ou denunciar de possível agressão ocorrida na rua ou em casa. Ainda, com a presença dos pais para terem consciência dos problemas causados em seus filhos com a brutalidade. Espera-se, com isso, a diminuição da violência infantil.