Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 21/08/2020

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, todas as crianças devem ter asseguração absoluta de prioridade, tendo elas direito à vida, saúde, educação e, também, proteção contra violência e exploração. Sabe-se que no Brasil não se tem a devida atenção a problemas de abuso infantil. Sendo assim, estabelecer a fiscalização necessária para que a população infanto-juvenil não sofra agressões é de suma importância.

A partir disso, é nítido ver e compreender que a maioria dos abusos, sejam eles físicos ou psicológicos, começam dentro de casa. De acordo com dados da SDH (Secretaria de Direitos Humanos), cerca de 70% dos casos de violência contra crianças e adolescentes no Brasil acontece em suas próprias residências. Enfatizando, assim, que o controle dessa maldade deve ser monitorado e amenizado imediatamente.

Além disso, tem-se também como principal foco dessa crueldade, comunidades na extrema pobreza. De conformidade com informações repassadas pela UNICEF (Fundo das Nações Unidas Para a Infância), seis a cada dez crianças vivem na pobreza no Brasil, ressaltando-se que 233 denúncias são feitas por dia sobre abuso infantil, a maioria delas vem onde predomina a classe baixa. Ressaltando, que um dos direitos do menor é a prioridade absoluta, vê-se isso acontecendo tão pouco em áreas como essa, sem auxílio de educação, saúde, entre outros benefícios obrigatórios.

Em síntese, é indispensável a criação de soluções para assegurar a realização dos direitos da criança e do adolescente. O ministério de segurança deve priorizar o cumprimento das leis que consta consequências para abusadores, a fim de amenizar a violação contra o estatuto. Também, o ministério de educação pode investir em palestras com auxílios de psicólogos para pais e filhos nas escolas com o intuito de haver conscientização sobre o assunto. Por fim, denuncie: disque 100.