Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 01/10/2020

A violência contra crianças vem crescendo cada vez mais. Homicídios, estupros, espancamento e agressões vem se tornando comum na sociedade, onde a criança é abusada por tais pessoas por serem vulneráveis e indefesas. “Eu sou contra a violência porque parece fazer bem, mas o bem só é temporário; o mal que faz é que é permanente”, diante desta frase de  Mahatma Gandhi, temos em vista oque realmente acontece nessas situações, o bem temporário e o mal permanente.

Diariamente diversas crianças são mal-tratadas, sendo abusadas, espancadas e agredidas até mesmo por pessoas próximas. No atual contexto de pandemia, segundo a Agência Brasil, a violência contra criança pode crescer 32% durante a quarentena. Atualmente existe muitas pessoas com más intenções, com atitudes e pensamentos maliciosos que se aproveitam da inocência e vulnerabilidade das crianças para praticar atos errôneos. Segundo estatísticas, a maior parte de violência  de crianças até 13 anos é a prática do estupro que ocorre na própria casa da vítima em 58% dos casos.

Um levantamento apresentado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH), aponta que 40% de violência sexual é praticada por pai ou padrasto, informação que assusta muito por ser uma pessoa que deveria dar exemplo e educação aos menores, fazem totalmente ao contrário, usando elas para ter um prazer temporário sem se preocupar com as consequências que pode ser causadas. O pensamento dos pais de hoje em dia é que para corrigir uma criança serve somente a violência, ameaçando a bater na criança se ela fazer tal coisa errada, porém, uma conversa já basta.

Enfim, para que diminua a violência contra os menores, é nescessário por parte legislativa criar leis mais rigorosas e eficazes. É nescessário fazer mais propagandas, deve especificar o disk denúncia, mostrar também os fatores causadores, sempre manter relações saudáveis em família e por fim criar programas de incentivo a não violência.