Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 28/04/2021
A violência infatil são definidos como toda forma de maus-tratos infantis, seja física, emocional, negligência, exploração comercial, sexual ou outro tipo de exploração, resultando em dano real ou potencial à saúde, sobrevivência, desenvolvimento ou dignidade. Isso acontece porque o fato de as famílias estarem sofrendo com a queda na renda, desemprego, sobrecarga com tarefas de casa e filhos, resultando, também, em um maior consumo de álcool, que causa agrecividade.
Em primeiro termo a infância começa em uma construção de idéias, pensamentos, sentimentos e ações os quais farão parte do futuro de cada uma delas. Mas,algumas infelizmente colhem violência, ódio e tortura de seus próprios pais o que os levam a se tornarem adultos agressores, que tem medo de se enturmar com outras pessoas e talvez prosperarem na vida adulta.
Em segundo termo Somado a isso está os maus-tratos praticados no universo familiar. Acredita-se que esse meio é fundamental para o desenvolvimento de uma pessoa. Entretanto, é nessa zona que são encontrados números mais elevados de hostilidades contra jovens de 0 a 17 anos, de acordo com os dados da Secretaria dos Direitos Humanos. A sociedade tem a cultura de que a educação deve ter auxílio da punição violenta, com a ideia de que a correção é mais rápida. Um exemplo de violência infantil foi o recente caso que acnoteceu com o menino Henry Borel, de quatro anos, ocorrido na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, O menino foi assassinado no apartamento onde morava a mãe Monique Medeiros e o padrasto.
Diante do exposto, nota-se que ter leis e pedir ajuda nem sempre é demais e que que o governo crie centros de atendimento nas comunidades mais abaladas para tirarmos esse grupos das ruas e dar acesso a saúde e educação mas com órgãos que fiscalizem e façam com que os direitos a eles reservados sejam cumpridos.