Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 27/04/2021
Os menores de idade por não possuírem independência social quanto econômica tem extrema vulnerabilidade, sendo que sua exploração no mercado de trabalho mesmo diante do século XXI continua a ser uma luta presente, deixando clara a necessidade de adequações das leis geridas pelo governo.
Conforme os números apresentados pelas “Estimativas Globais de Trabalho Infantil” realizado entre 2012 e 2016 cerca de 152 milhões de crianças entre 5 e 17 anos estavam a mercê do trabalho infantil, sendo um número de pessoas que consequentemente por trabalharam não conseguem crescer e se desenvolver na sociedade de maneira saudável, por estarem muito ocupadas em seus “ofícios”, não conseguem brincar ou ir a escola, tais elementos sociais vitais para a formação de um indivíduo e se crescimento.
Ademais, o incentivo dos pais em regiões rurais ajuda bruscamente no aumento do número de crianças trabalhando, com uma distância do ambiente urbano e por precisar ajudar seus responsáveis com as obrigações e gerenciamento dos recursos da casa, a criança não tem muito tempo ou recursos para ingressar em uma instituição pública de ensino básico, gerando assim um alto índice de analfabetismo no mundo e consequentemente menos profissionais qualificados.
Dado o exposto, o governo deve intervir pelo bem das crianças e adolescentes modificando as leis presentes no Estatuto da Criança e do Adolescente, na qual o poder legislativo deve provir uma lei que garanta uma fiscalização mais elevada em áreas rurais para garantir que os menores de idade ingressem na rede de ensino mais próxima visando desenvolvimento social do povo e do país.