Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 27/04/2021

No contexto atual nota-se que a quantidade de jovens e adultos com problemas psicológicos e comportamentais tem crescido de maneira exponencial. Tal fato pode ter ligação direta com o tratamento recebido pelo indivíduo durante a infância e/ou adolescência, que acabam por influenciar negativamente na vida adulta.

A transição da fase infantil para a adolescência e desta para a vida adulta são fases de intenso aprendizado onde o sujeito absorve e replica tudo aquilo que está ao seu redor, inclusive os comportamentos. Albert Schweitzer já dizia que o exemplo é o único modo de influênciar, por tanto compreende-se que o meio onde indivíduo coabita intervem diretamente na formação do caráter e da personalidade.

Situações como abandono, negligência dentro do próprio lar e agressões são exemplos de situações, infelizmente corriqueiras, que afetam diretamente o desenvolvimento psicológico do pequenino, levando-o a desenvolver comportamentos indesejados com o único intuito de blindar-se daquilo que o faz sentir, de algum modo, ameaçado.

Todas as situações citadas são exemplos de violência contra a criança e o adolescente. Com o intuito de reduzir os índices destas violências no Estado Brasileiro é lícito que as medidas descritas no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) sejam cumpridas com rigor, além de punições vigorosas e contratação de profissionais da área da psicologia em escolas e creches que possam detectar e denunciar quaisquer tipos de violação a saúde física e psíquica dos pequenos.