Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 28/04/2021
Desde sempre, a repressão é vinculada a educação infantil pelos pais no Brasil. É cultural a prática de agressões físicas ou terrores psicológicos a fim de educar as crianças. Contudo, esse fim geralmente não é atingido plenamente, pois a violência pode causar efeitos devastadores, que podem acompanhar o indivíduo durante sua vida adulta. Desse modo, são bacias meios alternativos para a educação infantil.
Nesse viés, é importante explicitar as consequências e os modos desse terrível traje. As crianças, indubitavelmente, são os sujeitos que mais precisam de proteção nesse processo. Ao serem reprimidos por tapas ou agressões verbais pelos pais, elas são intimidadas e, automaticamente, perdem a confiança nas pessoas mais próximas. Sendo assim, o período infantil torna-se opressivo ao rejeito de educativo. Além disso, nós que crescem nas condições desenvolvem medo em relação ao mundo e à sociedade e, como defesa, tornam-se agressivos também. Outrossim, tal comportamento gera isolamento social, baixa auto estimativa, depressão, etc. Todavia, a violência infantil não se dá apenas pela criação dos pais, ela pode vir de fontes externas ao núcleo familiar, haja vista, o abuso sexual e o trabalho infantil em fábricas ou fábricas. Esses delitos hediondos são inconstitucionais e seus responsáveis devem ser severamente punidos pela lei, pois gera danos incalculáveis às vítimas.
Então, educação infantil não é compatível com violência. Igualmente, o ambiente adequado para eles é a escola e não as lavouras e as fábricas. Tendo isso em vista, é possível citar como exemplo o livro “Capitães da Areia” do autor Jorge Amado.Os personagens dessa história são crianças moradoras de rua e órfãs, submetidas às adversidades urbanas, que praticam atos de vandalismo e roubo na cidade. Porém, ao ser introduzida a figura materna da personagem Dora, os “capitães da areia” transformam-se em crianças dóceis. Nota-se que a fraternidade tem grande poder educativo e psicológico na infância.
Conclui-se, portanto, que a violência infantil é ineficiente e tem potenciais devastadores. Para o seu combate, preocupação ao Estado, ministrar campanhas televisivas e palestras sobre as consequências desse tipo de coerção, alertando e conscientizando pais, professores e matados. Ademais,o poder público deve ampliar a fiscalização em relação ao trabalho infantil e a exploração sexual de crianças, além de criar delegacias específicas para a investigação desses crimes. Por fim, é necessário que uma sociedade propague pelas redes de comunicação ideais de brandura no tratamento às crianças, denunciando agressores e protegendo a infância.