Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 16/05/2021
O caso de tortura de Sylvia Likens, é um dos crimes mais sinistros da história dos Estados Unidos, em 1965. Os pais de Sylvia (casal Likens) eram circenses, eles deixaram suas duas filhas (Sylvia e Jenny) na casa de uma vizinha, Gertrude, onde tinha 7 filhos, a maioria crianças pequenas, ela espancou a Sylvia por meses, trancafiava em um porão sujo e escuro, até ela não aguentar e falecer. De maneira análoga a isso, como garantir os direitos da criança e adolescente. Nesse prisma destacam-se dois aspectos importantes, problemas familiares e distúrbios do perturbador (a). Nesse contexto é necessário refletir sobre as causas e consequências para uma possível solução.
Em primeiro plano podemos destacar problemas familiares, brigas pelos responsáveis das vítimas, por impulso, raiva, abusam das crianças e adolescentes presentes na residência. Desse modo de acordo com notícias UOL, um menino de 8 anos, Alex, morto pelo pai depois de seguidas forma de espancamento no RJ, assim como alex, pais e mães são os principais acusados por abusos. Dessa forma, por problemas que os pais lidam diariamente, sociais ou familiares, pode afetar sua relação com os próprios filhos, podendo ocasionar maltratos na criança ou adolescente que ali mora, e além de afetar a criança fisicamente, o pscicológico é o mais afetado, deixando marcas, medos que não podem ser reparados.
Além disso, é notório distúrbios do perturbador(a). Consoante a isso, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, no 2 artigo, consta " todos tem direito à liberdade". Sendo assim, muitos responsáveis que cuidam da criança ou do adolescente podem sofrer algum problema mental, depressivo, estando fora de controle. Geralmente é imperceptível notar que a pessoa está com esses problemas, ela estando fora de si, envolve a criança ou adolescente, abusando e trancafiando na maioria das vezes, sujeitando a coisas terríveis, o que faz muitos não aguentarem a pressão física e pscicológica e vir a óbito.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham amenizar a violência infantil, como garantir os direitos da criança e do adolescente. Por conseguinte, cabe ao conselho Tutelar, atender e aconselhar os pais, responsáveis sobre esses ocorridos, mostar números de inocentes maltratados e mortos por ano, ficar mais em alerta com denúncias de gritos, choros, é o começo de tudo. Quanto mais cedo for descoberto esses abusos, mais chances de reverter o caso e a sáude mental da criança e do adolescente não ficar muito conturbada , levando mais tempo para converter a situação. Somente assim, os casos de vítimas abusadas domesticamente vão diminuir.