Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 27/05/2021
A série de conferências “TED TALKS” trouxe o tema sobre como traumas na infância afetam a saúde ao longo de toda a vida, a palestrante é a Dra. Nadine Burks que explica os efeitos do estresse constante, da violência, negligência, dos pais despreparados, com isso problemas reais surgem no desenvolvimento do cerébro de crianças e adolescentes, convertendo-se em um problema comunitário mundial que precisa ser combatido e prevenido.
Tal palestra, em primeiro análise trás dados que assutam, de acordo com a pediatra Nadine, 67% da população mundial sofreu alguma experiência adversa na infância que permaneceu na vida adulta. O problema é que os principais agressores são os próprios familiares e conhecidos do individúo tornando-se á mais complicado garantir os direitos desses jovens, segundo o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente) o estado precisa certificar-se que a gurizada têm no mínimo os cinco direitos fundamentais, entre eles, direito á liberdade,educação,moradia,lazer e ser protegido em casos de violência, seja ela física ou psicológica, embora isso não seja cumprido na maioria das vezes.
Visto que os casos de violência infanto-juvenil aumentaram no mundo todo é priori criar medidas preventivas. O cenário piorou mais ainda com o distanciamento social imposto em 2020 por conta do Covid-19, além disso, tendo as escolas fechadas a identificação dos casos passou a ser mais custoso, o caso Henry Borel é um exemplo, um inocente de quatro anos foi assassinado pelo padrasto e mãe, o menino apresentava sinais de violência doméstica há um tempo, contudo não houve ninguém para identificar e impedir a morte de mais uma criancinha. A unicef (fundo de nações unidas para a infância) alerta sobre a necessidade de treinar equipes da aréa de saúde, educação e serviço social para que desse modo identifiquem, ajam e possam impossibilitar a violência infantil.
Em suma, aumentar a porcentagem de meninos e meninas salvos de agressões é possível. Afim de que isso aconteça, a Unicef deve veicular cartilhas digitais que contenham sinais de alerta, comportamentos que crianças ou adolescentes que sofrem violência possuem, desse modo a população ficará informada e poderá intervir o pior, avisando as autoridades um possível caso. Ademais, fica responsável ao governo de cada país promover obrigatoriamente o treinamento que a Unicef recomenda, e assim possuirá profissionais capapacitados para interomper ciclos de dor, medo, e angústia que a vulnerabilidade infantil o expõem, com isso as crianças e jovens terão seus direitos protegidos. É uma prioridade que todos saibam seus papéis e como é possível diminuir a quantidade de ocorrências, o melhor meio de combater esse problema é a informação, prevenção e identificação de possíveis casos antes que o pior aconteça, como o do menino Henry Borel.