Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?

Enviada em 03/11/2021

Violência infantil

No Brasil, as discussões sobre maus-tratos em crianças e jovens têm aumentado, principalmente na mídia e nas redes sociais. Isso se deve principalmente ao pensamento antigo de muitos pais de que espancar é a melhor solução e é difícil notar e relatar abusos devido à quarentena de Covid-19. Portanto, devemos analisar os fatos e tomar medidas para amenizar esse problema.

Claro, as velhas ideias de muitos pais de que bater é a melhor solução estão desatualizadas e reprimidas pela sociedade contemporânea. Bater só vai causar traumas em crianças ou adolescentes e, portanto, interferirá em seus assuntos futuros. E para criar outra geração com instintos ancestrais.

Além disso, a dificuldade de perceber e condenar o abuso devido à quarentena de Covid-19 sempre existiu antes que os professores pudessem perceber e relatar anonimamente, mas agora as salas de aula remotas se tornaram mais difíceis. Embora ainda haja pessoas ajudando no combate a esse mal, ainda existem pessoas que abusam de crianças e adolescentes, como é o caso de um menino de 11 anos na grama em um barril de corrente por um mês. Quase não havia comida até que os vizinhos condenaram o pai, a namorada e a filha dela, e eles foram presos. Esse é um dos poucos casos relatados porque a tortura está em todo o Brasil.      Portanto, dados os conflitos no Brasil relacionados ao abuso de crianças e adolescentes, a intervenção é indiscutível. Para tanto, o governo federal responsável principalmente por manter a ordem pública e a segurança nacional por meio de anúncios na mídia e nas redes sociais, permite que as pessoas concordem que, quando virem abusos, irão denunciar e alertar os pais. As pessoas devem ser gentis para reduzir as reclamações e suprimir gradualmente esse pensamento paternal ultrapassado.