Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 03/11/2021
O Estatuto foi criado logo após a promulgação da Constituição de 1988 para regulamentar o artigo 227 da Constituição Federal, que garante às crianças e adolescentes os direitos fundamentais de desenvolvimento pessoal, social, integridade física, psicológica e moral, prática na prática o resultado é claramente o oposto e pode ser observado segundo dados do portal de notíciasnoticias “Oul” apenas no ano de 2013 houve cerca de 170 mil denúncias, nessa perspectiva convém analisar as principais consequências relacionadas a esse fenômeno na sociedade brasileira
Primeiramente é valido destacar que a agressão tanto psicologicamente como fisicamente é muito comum usada como forma de educação, contudo os pais quem deve proporcionar paz e saúde, não são apontados como principais autores dessas agressões, como abusos psicológicos que podem resultar em danos à saúde, desenvolvimento, além disso, há a negligência que pode ocasionar sérios problemas tanto na nutrição como na educação ou desenvolvimento emocional, com isso é inadmissível a negligência do estado para com este entrave
Isto é todos os tipos de agressões podem causar não só danos físicos, como uso de crianças para obter gratificação sexual, já na parte emocional, vai desde o momento que os pais ou responsáveis não conseguiram proporcionar um ambiente apropriado e de amparo, até atos de críticas, definições ao ridículo, classificações, rejeições. Sendo assim é necessário saliente a má-criação em relação à forma de educar e segundo Platão, filosofo da Grécia antiga, “A direção na qual a educação se inicia a um homem irá determinar sua vida futura”.
Portanto, é certo que medidas devem ser buscadas para resolver os problemas acima citados. O governo deve promover campanhas de conscientização pelos meios onlines e presencias com a presença de profissionais no assunto, com ajuda de materiais didáticos específicos, e também com a inclusão de novos ensinamentos como crianças para que elas possam saber quando estão sendo agredidas, desta forma o Brasil poderá melhorar a educação e as relações sociais