Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 28/06/2022
Na série “Prison Break”, é retratado um cenário em que um preso é julgado pelo guarda principal da prisão por ter sofrido abusos sexuais pelo próprio pai. O episódio transcende a ficção quando relacionado à violência infantil sofrida no lar e ao questionamento da garantia a segurança e os direitos da criança e do jovem.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que apesar da violência infantil, seja ela psicologica ou física, seja geralmente atrelada a predadores sexuais e figuras doentias ao longo da formação educacional, tudo indica que o real problema relacionado a isso se encontra no próprio lar da criança. Segundo o Globo Repórter, mais da metade de crimes envolvendo menores está vinculado a casos envolvendo, família, amigos ou conhecidos. Assim, é de fácil percepção que esse problema é ocasionado por distúrbios pessoais dos adultos próximos as crianças vitimas de tais agressões, desse modo tornando o acesso da segurança ao jovem mais difícil por meio de agentes sociais vinculados a qualquer entidade.
Ademais, é de extrema impôrtancia destacar que a garantia da segurança e dos direitos legais do jovem é prevista por lei, ou seja, é obrigação do Estado fornecer apoio e solução ao problema dos menores. Segundo Hegel, “As verdades configuram-se de acordo com suas épocas históricas”, ou seja, de acordo com os dilemas de cada época existem maneiras diferentes de se ver a sociedade. Portanto, com o avanço da tecnologia e da filosofia indivualista de cada pessoa em uma sociedade, se espera respostas ainda mais avançadas para garantir direitos e deveres de cada cidadão, pois somente assim se alcança uma sociedade igualitária e justa. Dessa forma, fica nítido que no plano atual, os direitos da criança e do adolescente não são amparados da forma correta, visto que mesmo com o avanço da tecnologia, não é perceptível a atenção necessária aos jovens.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para reverter esse quadro. Para isso, urge que o ministério público em comum acordo com digitais influencers e psicologos especializados possam por meio de mídias sociais como Facebook e Instagram usar projetos com tais especialistas como agente principal dos direitos dos jovens. Somente assim, será possível que o quadro se reverter de forma gradativa as violências físicas e psicologicas feitas contra esses jovens.