Violência infantil: como garantir os direitos da criança e do adolescente?
Enviada em 04/07/2022
Em 1973, Araceli, uma criança de 8 anos, foi espancada, violentada e morta por homens influentes de sua cidade, que ainda seguem sem punição. De maneira análoga a isso, a violência infantil ainda está presente na sociedade.Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de segurança das crianças e adolescentes e a escassez de informação da comunidade.
Em primeira análise, evidencia-se a falta de segurança das crianças e adolescentes. Sob essa ótica, vale resaltar que em 2020, mais de 95 mil denúncias de violência foram registradas no Brasil, e grande parte delas ocorreu no ambiente familiar, segundo dados do “Disque 100”.Dessa forma, é visível os riscos que os menores são impostos mesmo dentro do “lar”.
Além disso, é notório a escassez de informação da sociedade á respeito de como reconhecer e agir perante os abusos infantis.Desse modo, assim como retratado no livro: “As vantagens de ser invisível”, as pessoas que convivem com a vítima não conseguem enxergar os abusos que está acontecendo na vida do menor.Consoante a isso, há uma enorme necessidade de mudanças na visão da comunidade.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham acabar com a violência infantil.Dessa maneira, cabe ao Estado fazer leis que visem a supervisão periódica de todas as crianças e adolescentes, além de promover palestras informacionais para a comunidade por meio de projetos contra todos os tipos de abusos infantil, a fim de acabar com o sofrimento do menor e proporcioná-lo uma vida digna.Somente assim, será possível viver em uma sociedade segura e informada, diferente da existente em 1973.